Readmissão de todos os ferroviários

Readmissão de todos os ferroviários
Na greve dos metroviários de São Paulo, os trabalhadores saíram à luta por reajuste de salário. Alckmin (PSDB) não quis negociar e nem quer aceitar que os trabalhadores lutem. Os metroviários exigiam aumento e Alckmin respondeu com a tropa de choque, suas bombas, balas de borracha e 41 demissões. O governador ainda se apoia na Justiça do Trabalho, que com a ânsia de assegurar os interesses dos acionistas do Metrô e do governo, negou aos metroviários um dos direitos constitucionais mais básicos: o direito de greve. O SINTEFERN chama toda a categoria em solidariedade os companheiros metroviários de São Paulo. Para exigimos que o governo Alckmin, negocie com os trabalhadores, reintegre todos os 41 que foram demitidos. E aceite a liberação das catracas do metrô, enquanto a negociação perdurar.

Campanha Nacional Contra Privatização

Campanha Nacional Contra Privatização

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Estudante morre após colisão entre trem e ônibus em Natal - RN



Um ônibus da linha 10/29 Natal Shopping - Campus, da empresa Reunidas, de placas NNL 7944, colidiu com um trem e tombou no começo da manhã desta quarta-feira (10) entre as avenidas Bernardo Vieira e a Coronel Estevam, sentido zona Norte - Centro.  De acordo com informações da Polícia Militar, o estudante Francisco Davi  de A. Teixeira, de 16 anos,  faleceu no local. O jovem estava com o fardamento da Escola Estadual Tiradentes. Segundo relatos de testemunhas, o ônibus estava parado sobre a linha férrea quando o sinal sonoro já estava aceso.

Moradores da região e motoristas que passavam pelo local explicaram o sinal luminoso e sonoro já havia sido disparado e que a cancela estava prestes a interromper o fluxo de carros. Porém, o motorista passou antes do bloqueio da via, pelo corredor exclusivo de ônibus, mas parte do veículo ficou sobre a linha no sentido zona Sul devido ao fechamento do semáforo e à presença de outros veículos entre o cruzamento e a linha férrea. No corredor exclusivo de ônibus não há cancela para impedir a passagem dos veículos.

Os relatos da população dão conta de que o motorista ainda tentou retirar o ônibus da linha, mas só conseguiu adiantar poucos metros, não evitando o choque do trem, que seguia no sentido Parnamirim, com a parte traseira do veículo, exatamente onde estava o estudante Francisco de Davi A. Teixeira, que morreu na hora.

Ao todo, 14 pessoas ficaram feridas e foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os que tiveram casos mais graves foram conduzidos ao Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, no Tirol. O motorista do ônibus não foi encontrado pela Polícia Militar após o acidente. Não há informações se ele fugiu ou precisou de atendimento médico.
 
O trecho foi isolado e o trânsito desviado. Os motoristas que vão ao sentido zona Norte, pela Bernardo Vieira, estão desviando pela Rua dos Caicós, Avenida 7, e os que vão sentido zona Sul estão utilizando a avenida 12 (anteriormente, a SEMOB havia informado que o desvio seria pela avenida 11).



CBTU

Através da assessoria de comunicação, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) informou que é procedimento padrão que os trens, sempre que puderem, prossigam com o percurso, mesmo após acidente. A medida seria uma forma de preservar o maquinista de possíveis tentativas de linchamento por parte da população.



Publicação: 10 de Julho de 2013 às 07:39
Tribuna do Norte

sexta-feira, 7 de junho de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013



“A ferrovia já foi um projeto de futuro para este país foi parada por governos burocratas e elitistas que visavam lucros por outros meios de transportes prejudicando nossos estimados servidores Ferroviários.”  

FERROVIAS NO BRASIL: SUCATEAMENTO VAI COMPLETAR 160 ANOS.

 
Por Latuff*

Se o Barão de Mauá, fundador da primeira estrada de ferro no Brasil, pudesse levantar de seu túmulo para participar das comemorações dos 160 anos da ferrovia, certamente pediria pra voltar ao mundo dos mortos. Ele, que no século 19 teve seus sonhos desenvolvimentistas sabotados pelo imperador D. Pedro II, certamente veria com desgosto que mesmo no século 21, a ferrovia continua sendo boicotada, dessa vez por interesses locais, nacionais e multinacionais, como empresas de ônibus, montadoras de automóveis e fabricantes de pneus.

A política rodoviarista do governo Juscelino Kubistcheck , que escancarou as portas do país a sanha das mega-corporações automobilísticas norte-americanas na década de 50, deu início a um longo processo de sucateamento da malha ferroviária, com desativação de trechos considerados "pouco lucrativos", degradação do material rodante e precarização dos serviços oferecidos aos passageiros. Com o advento do neoliberalismo, as estradas de ferro foram privatizadas nos anos 90, com a promessa de um transporte de melhor qualidade. No entanto, as empresas que venceram os leilões de privatização utilizam a maior parte da malha ferroviária nacionais para o transporte de cargas, restando apenas umas poucas linhas destinadas a passageiros, estas sem nenhum investimento expressivo.

Para um país com uma extensão territorial gigantesca como o Brasil, privilegiar a construção de rodovias tão somente para atender as demandas de empreiteiras e a indústria automobilística, e ainda deixar as estradas de ferro nas mãos de empresas que buscam apenas lucros no transporte de cargas, é um verdadeiro crime de lesa pátria. A lógica é que se ganha mais dinheiro com asfalto do que com trilho, e que carga é mais rentável do que passageiro. Resta à população, a maior vítima destas negociatas, sofrer dentro de coletivos lotados e sobreviver a um trânsito caótico que mata e mutila mais do que conflitos armados. O sistema capitalista é mesmo implacável.

Neste dia dos ferroviários no Brasil, qualquer comemoração soaria como um deboche. A data requer reflexão, indignação e protesto.


 


terça-feira, 23 de abril de 2013


 
2013/2014 - TLSA
 
  • A TLSA garante a data-base de 1º de maio 2013
  • Manutenção do Acordo Coletivo 2012/2013
  • Início do processo de negociações dias 29 e 30 de abril de 2013 na cidade de Fortaleza


 
 


CAMPANHA SALARIAL

2013/2014 - CBTU
 
A CBTU assegurará a data-base da categoria em 1º de maio e a prorrogação do Dissídio Coletivo 2012/2013 até 31 de maio de 2013.




quarta-feira, 6 de março de 2013



Atraso na Transnordestina

04/03/2013 - O Estado de S. Paulo

A conclusão de um dos grandes empreendimentos lançados pelos governos petistas, em seus dez anos no poder, vai ser adiada, como tem acontecido rotineiramente com muitos dos projetos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A Ferrovia Transnordestina, numa extensão de 1.728 km, só deve ficar pronta, se tudo correr bem, em 2015 (ligação com o Porto de Suape, em Pernambuco) e 2016 (ligação ao Porto de Pecém, no Ceará). Quando começaram com estardalhaço, em 2006, a previsão era de que as obras dessa ferrovia seriam concluídas no fim do governo Lula.

O prazo teve de ser prorrogado para 2014. Dada a impossibilidade de que isso venha a ocorrer, o governo acabou tendo de aceitar uma nova dilatação do prazo. E, lógico, o custo também aumentará: o valor orçado de R$ 5,4 bilhões, já revisto para R$ 6,72 bilhões, subirá para R$ 7,5 bilhões só para a construção. Preveem-se gastos adicionais de R$ 1,5 bilhão para aquisição de material rodante (vagões e locomotivas), sem contar investimentos em oficinas e nos portos. O projeto tem sido financiado, em boa parte, pelo Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), Banco do Nordeste e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No ano passado, quando esteve em Pernambuco, onde percorreu canteiros de obras, a presidente Dilma Rousseff cobrou um andamento mais rápido do projeto, tendo recebido a promessa da Transnordestina Logística (TLSA) de que a ferrovia seria concluída ainda em seu mandato. Não adiantou.

Alegando a necessidade de mais recursos e a demora dos Estados de Pernambuco e do Ceará em fazer as desapropriações pelas quais ficaram responsáveis, a TLSA pediu e conseguiu mais uma prorrogação. Segundo o jornal Valor (22/2), o governo cogitou de fazer nova licitação, inserindo a Transnordestina no bloco das ferrovias que serão privatizadas. Essa hipótese foi descartada por ter o Planalto avaliado que isso poderia desgastar a imagem do governo.

O fato vem comprovar, ainda uma vez, as deficiências de planejamento e gestão de projetos pelo governo, mesmo aqueles, como a Transnordestina, que têm merecido destaque na retórica oficial. A ferrovia, que atravessa sete Estados, deveria contribuir para melhorar a situação de pobreza crônica e subdesenvolvimento no interior do Nordeste, ligando-o a portos modernos como Suape e Pecém. Assim, poderia ser escoada a produção de novas fronteiras agrícolas do Piauí e do Maranhão e haveria condições econômicas para novos investimentos no semiárido, inclusive para exploração das riquezas minerais da região, como ferro e gesso.

Para alcançar esses objetivos, seria indispensável definir prazos para a construção da linha e liberar recursos com base numa análise realista dos custos. Como tem ocorrido com outros projetos - não há melhor exemplo disso do que o projeto de transposição de águas do Rio São Francisco -, a construção da Transnordestina ficou praticamente sujeita ao acaso, sendo conduzida de acordo com o ritmo irregular da liberação de verbas.

No pico das obras, em 2011, o trecho entre Eliseu Martins, no Piauí, e o Porto de Suape, numa extensão de 1.200 km, tinha 9.600 homens trabalhando, número que caiu hoje para 3.754. O único trecho efetivamente construído tem 262 km de extensão e seus trilhos não levam a lugar nenhum. Os trabalhos prosseguem em lentidão exasperante, no dizer de um técnico, e há quem considere que a conclusão das obras dez anos depois de iniciadas é uma previsão até otimista.

Em face desse quadro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promete fazer alterações no contrato com a TLSA, adequando os prazos e prevendo penalidades no caso de seu não cumprimento. Se a concessionária voltar a apresentar repetidas falhas no cronograma, como tem ocorrido, o contrato será simplesmente cancelado. Isso presume, naturalmente, que as dotações serão liberadas também tempestivamente, o que não se ajusta aos padrões que a administração federal vem adotando.


sexta-feira, 1 de março de 2013

CAMPANHA SALARIAL
2013/2014 - CBTU 
 
Plano de Saúde:
Será apresentado, nesta semana a direção da CBTU um estudo sobre o plano e os sindicatos irá receber copias para analise.

Revisão do PES 2010:
No prazo de 2 (dois) meses a CBTU estará contratando uma empresa especializada para realizar entre outros, uma pesquisa salarial de mercado, revisão nas careiras e na descrição dos cargos, com previsão para o fim de 2013 início de 2014.

Concurso Público:
O processo para contratação da empresa que irá realizar o concurso está na licitação.

Progressão por Desenvolvimento:
A CBTU pretende fazer por sistema e não por processo e que haverá concurso público para os ASOS, Os sindicatos não concordam e propõe que seja processo e sistema A CBTU irá avaliar.  

Processo de Progressão por mérito:  
O SINTEFERN apresentou as irregularidades no processo da STU-NAT, que será analisado pelo GAREH. Os sindicatos terão até o dia 31-03-2013 para apresentar sugestões de alterações no processo.

Escala de maquinistas:
Após anos de luta para readequação na   escala dos maquinistas da STU-NAT, chega ao fim o impasse a CBTU concorda com a 6 (seis) horas ininterruptas com jornada de 220 horas.
Deus é Fiel!      

Pagamento dias de greve:
Está suspensa até que haja negociação entre SINDICATOS  x  CBTU
 
PARABENS! 
 
A negociação continua!