Readmissão de todos os ferroviários

Readmissão de todos os ferroviários
Na greve dos metroviários de São Paulo, os trabalhadores saíram à luta por reajuste de salário. Alckmin (PSDB) não quis negociar e nem quer aceitar que os trabalhadores lutem. Os metroviários exigiam aumento e Alckmin respondeu com a tropa de choque, suas bombas, balas de borracha e 41 demissões. O governador ainda se apoia na Justiça do Trabalho, que com a ânsia de assegurar os interesses dos acionistas do Metrô e do governo, negou aos metroviários um dos direitos constitucionais mais básicos: o direito de greve. O SINTEFERN chama toda a categoria em solidariedade os companheiros metroviários de São Paulo. Para exigimos que o governo Alckmin, negocie com os trabalhadores, reintegre todos os 41 que foram demitidos. E aceite a liberação das catracas do metrô, enquanto a negociação perdurar.

Campanha Nacional Contra Privatização

Campanha Nacional Contra Privatização

segunda-feira, 17 de maio de 2010


Chapa 3 vence eleição do Sindmetro-PE

A diretoria do SINTEFERN parabeniza a categoria metroviária da Grande Recife e a nova diretoria eleita.
O nosso sindicato esteve presente em Recife prestando apoio humano e financeiro a esta chapa de Oposição. Desde o primeiro turno, quando as outras duas chapas mostraram clara-mente que não representavam a renovação que a categoria tanto desejava.
Isso porque acreditamos que os (as) companheiros (as) que compõem a chapa 3 representam a disposição de luta da categoria e ao mesmo tempo a independência do sindicato diante dos patrões e dos governos.
A chapa 3 que já havia vencido o 1º turno, confirmou seu favoritismo diante da categoria também no 2º turno. Parabéns à nova diretoria e vamos juntos à luta!
Resultado:
Chapa 1: 508
Chapa 3: 670
Nulos: 17
Brancos: 7
Total:1202 
Aposentados conquistam reajuste de 7,72%; Lula diz que vai vetar

Governo sofre expressiva derrota na Câmara dos Deputados. É aprovado reajuste de 7,72% para os aposentados e o fim do fator previdenciário.

Na manhã do dia 4 de maio, nos corredores da Câmara, o líder do governo, Candido Vacarezza, já afirmava que o seu relatório era o limite, que o governo não aceitaria nenhum reajuste superior a este e que acreditava que conseguiria aprovar os 7% com o voto da base governista.

Repetia várias vezes o que depois voltou a dizer no plenário da Câmara: "que o reajuste de 7% era o maior do mundo e que em nenhum país os aposentados tiveram um reajuste igual”. Em relação ao fim do fator previdenciário nem pensar. Segundo ele, seria um contrabando na medida provisória que nem deveria ser votado.

Por volta de 15h, do lado de fora do Congresso, em frente a Catedral de Brasília, mais de 500 aposentados iniciavam uma marcha até o plenário da Câmara. Depois de horas de viagem vindo do interior de SP, Minas Gerais, de Goiás e das redondezas de Brasília iniciavam uma caminhada que se tornou uma verdadeira maratona em luta pelos seus direitos e pó pressão os deputados. A passeata foi liderada pela COBAP, com forte presença da CONLUTAS, da Força Sindical, da NCST e diversos parlamentares.

Chegando a Câmara, mesmo cansados, os aposentados lotaram a galeria a espera da votação do seu reajuste. Afinal, já eram três semanas de espera, pois o tema entrava em debate e as votações eram adiadas.

Depois de muitas discussões, o governo colocou em votação o relatório do líder Vacarezza e disse que não aceitaria nenhuma emenda, ou seja, não haveria possibilidade de votar nenhum índice superior ao relatório que propunha o reajuste de 7%.

Aí o governo sofreu sua primeira derrota. Foi rejeitado o reajuste de 7%, mesmo com o voto do PT e de parte da base aliada. Logo depois foram votadas as propostas de emendas e foi aprovado o reajuste de 7.72% para os aposentados que ganham mais de 1 salário mínimo. Depois, por uma margem pequena de votos, cerca de 30, não foi aprovado proposta de reajuste de 8.7%.

Os aposentados, agora em menor número, pois já era tarde continuavam firmes nas galerias, junto com a COBAP, CONLUTAS e NCST. Mas, o pior para o governo ainda estava por vir.

Na votação do fim do fator previdenciário, o placar foi 323 votos pelo fim desta medida e apenas 80 contrários, apesar da liderança do PT, PR, PP e PMDB terem encaminhado contra e o PSDB e DEM terem liberado o voto de seus deputados. Neste momento nas galerias o grito contido dos aposentados explodiu. Afinal foram várias passeatas, marchas e mobilizações, pelo fim deste famigerado fator.

A matéria foi para o Senado e Lula pode vetar o reajuste e o fim do fator previdenciário

Agora a discussão vai ao Senado para nova votação e depois, se aprovada vai para a sanção do presidente Lula, que tem afirmado que pode vetar o reajuste com o argumento de que não tem dinheiro e que o fim do fator previdenciário poderia quebrar a Previdência. O mesmo governo que deu R$ 370 bilhões para as empresas e bancos durante crise e destina cerca de um terço do orçamento da União para pagar os juros da dívida pública.

Por isto, é necessário aumentar a mobilização. Unificar as lutas dos aposentados com todos os trabalhadores que estão mobilizados neste momento, como os servidores públicos. Realizar assembléias e campanhas nas fábricas, pois são os trabalhadores que estão na ativa os mais atingidos por este fator previdenciário. Este é o momento de generalizar esta reivindicação.

Os aposentados saíram da Câmara cansados depois de um dia de luta e foram retornando aos seus estados com certeza de que valeu a pena, por isso vão continuar lutando.

Parabéns aos aposentados, que deram um exemplo de luta ao conjunto da classe trabalhadora!


Fonte: Conlutas Nacional

STU/NAT perde verba para capacitação de funcionários

Durante a primeira rodada de negociações do Acordo Coletivo de Trabalho, em Maceió, os Sindicatos questionaram a CBTU acerca do não cumprimento da cláusula 34. Esse item do DC 2009 – 2010 trata da promoção anual – por parte da empresa – de cursos de capacitação profissional, com a finalidade de reciclar profissional-mente os empregados para que haja o desenvolvimento de suas atividades laborais. Se essa cláusula fosse implementada, poderia haver um progresso na divulgação do conhecimento técnico e científico em todos os níveis da empresa.



A partir desse questionamento, a AC revelou que em 2009, foi liberada verba destinada exclusivamente para projetos de Capacitação profissional. Essa afirmação causou espanto em todos os sindicatos presentes porque nada relacionado a cursos foi encaminhado na empresa. A CBTU afirmou ainda que esses recursos ficaram parados nos cofres das STU´s e por falta de projetos de capacitação profissional esse dinheiro teve de ser devolvido para os cofres do governo federal.



Essa atitude desrespeitosa por parte das STU´s não tem a ver somente com falta de planejamento. Muitos chefes e gerentes temem que com a qualificação dos trabalhadores seus cargos comissionados sejam ameaçados por funcionários dos quadros da empresa que possam comprovar qualificação condizente com as chefias. Esse espírito de competição coloca em risco a qualidade e a eficiência do trabalho na empresa. Diante dessa postura absurda e claramente negligente com o desenvolvimento profissional da categoria, o Sindicato torna pública essa denúncia e reafirma que irá lutar para que essa cláusula seja executada com mais transparência e fiscalização dos trabalhadores. Pois é responsabilidade das STU´s elaborarem os planos de capacitação profissional com a devida aplicação desses recursos para que esse desrespeito a categoria não torne a se repetir.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Descarrilamento de trem

Descarrilamento de trem deixa pelo menos 25 feridos no Rio, segundo os bombeiros
16/04 - 07:34 , atualizada às 11:15 16/04 - iG São Paulo
Pelo menos 25 pessoas tiveram ferimentos leves na manhã desta sexta-feira com o descarrilamento de um trem próximo à estação de Deodoro, na zona norte do Rio de Janeiro, segundo informações do Corpo de Bombeiros.
O acidente ocorreu por volta das 6h10, quando a composição de prefixo US 108 seguia de Santa Cruz para a Central do Brasil. Os bombeiros informaram que o trem saiu dos trilhos e teve um tombamento parcial. Não há registro de mortos.
De acordo a concessionária SuperVia, que administra o transporte ferroviário na Região Metropolitana do Rio, os trens do ramal Santa Cruz voltaram a circular normalmente, por uma linha paralela, por volta das 7h20. A empresa afirma que técnicos continuam trabalhando no local para investigar as causas do acidente e providenciar a retirada da composição.
Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro ambulâncias foram acionadas para transportar os feridos. A corporação, no entanto, não soube informar para quais hospitais as vítimas foram levadas.

Histórico
Nos últimos meses, têm sido comuns as reclamações de usuários à concessionária Supervia. Em março deste ano, passageiros atearam fogo e depredaram trens na estação de Saracuruna, na Baixada Fluminense, após duas composições terem apresentado problemas no momento da partida.
Em janeiro, um trem andou sozinho por mais de cinco quilômetros no ramal Japeri. Segundo testemunhas, o condutor da composição havia saído dela na estação Ricardo de Albuquerque para resolver um problema e alguém acionou a partida do trem.
Há um ano, em abril de 2009, passageiros da Supervia foram agredidos com socos, chutes e até chicotadas por seguranças da empresa quando tentavam embarcar em composições lotadas. Por causa dessa ocorrência, a concessionária foi multada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos em Transportes (Agetransp).

quinta-feira, 11 de março de 2010

Solidariedade classista aos trabalhadores do Haiti
(Atualizado em 15 de março de 2010, às 14h43)
Está em curso no país uma campanha de solidariedade direcionada ao movimento operário e popular haitiano, onde tem se destacado a parceria com a Batalha Operária (Central sindical e popular haitiana). Até o presente momento, cerca de 25 entidades e 60 pessoas físicas enviaram duas contribuições que totalizaram R$ 163.567,55 (88 mil dólares). Esse movimento tende a crescer, pois muitas categorias estão aprovando em assembléia o desconto de 1% do salário para enviar ao Haiti, por exemplo os metalúrgicos de São José dos Campos (SP) e os operários da construção civil (PA) e da mineração (MG). Com isso, a expectativa é de que os envios cheguem a 250 mil dólares (ou 443 mil reais).

Além da campanha financeira, muitas entidades estão organizando debates, palestras, atos, com a presença de companheiros haitianos para explicar que seu país não precisa de ocupação militar, que precisa sim de uma forte solidariedade internacional dos trabalhadores. Por isso, os trabalhadores brasileiros precisam iniciar uma discussão em todas as categorias sobre o papel que cumpre as tropas militares em um país que tem uma longa história de ocupação estrangeira.

Desse modo, o SINTEFERN faz um chamado à categoria ferroviária a darmos um passo no sentido da solidariedade internacional da nossa classe. Isto significa que a partir de segunda-feira (15/03) estaremos recebendo no sindicato doações para enviarmos diretamente ao Haiti, através da Batalha Operária (Batay Ouvriye, a língua criola falada no Haiti). A recomendação é que se der prioridade a roupas e remédios. No caso de envio de dinheiro, a conta para depósito ou transferência é a da Coordenação Haiti. 

VEJA A CONTA PARA CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA
Banco do Brasil
Favorecido: Coordenação Haiti
Agência: 4223-4
Conta: 8844-7

terça-feira, 9 de março de 2010

Transnordestina desrespeita trabalhadores


Os Sindicatos que compõem a base da Transnordestina Logística S/A no momento não vêem clima para dar início às negociações do Acordo Coletivo de Trabalho referente a 2010/2011. A empresa vem adotando uma política de demissões dos seus funcionários, inclusive de dirigentes sindicais que se opõem as suas arbitrariedades.
Regularização do desconto do sindicato


A partir da próxima folha de pagamento, o desconto da contribuição sindical voltará a ser efetuado através do contracheque. Após sete meses de impasse, o Ministério do Planejamento “percebeu” que não havia motivo para essa suspensão, já que o processo tramita normalmente desde outubro de 2008. Portanto, a falha foi do sistema do Ministério do Planejamento e a situação voltará a ser efetuado como anteriormente até que problema seja sanado definitivamente.
8 de Março em Natal é marcado pela luta das mulheres contra a opressão dos patrões e dos governos 

Foto: Rogério Marques



















Cerca de 500 ativistas, dos movimentos feministas, trabalhadoras rurais sem-terra, funcionárias públicas,  trabalhadores de diversas categorias, estudantes, SINTEFERN, Sindicado dos Bancários, Sintsef, Sindsaúde, Assembleia Nacional dos Estudantes - Livre, MST, Intersindical e CONLUTAS ocuparam as ruas dos centro de Natal.

Como tem ocorrido nos últimos anos, a manifestação em Natal ocorreu em um clima de forte unidade contra os governos que colocam em prática políticas que não combatem a opressão e a violência contra as mulheres. Além disso, muitas mulheres até hoje ainda sofrem uma exploração superior às dos homens no trabalho.

Neste 8 de março foi levantada as reivindicações das creches nos locais de trabalho, salário igual ao dos homens (as mulheres recebem menos que os homens em muitas empresas), licença maternidade de seis meses sem isenção de impostos aos patrões e o fim do machismo.

Durante o ato houveram apresentações culturais que denunciaram a opressão das mulheres, a omissão dos governos e a limitação da Lei "Maria da Penha" (lei que deveria garantir total proteção às mulheres vítimas de violência).

(Com informações de http://www.foque.com.br/)